O terror de Cronenberg de volta em “Senhores do Crime”.

Já disse uma vez que eu não gosto quando leio que os filmes mais recentes de David Cronenberg são chamados de filmes da maturidade, porque ele deixou de lado os monstros e o gore de filmes anteriores. Ou também quando leio que agora ele faz um cinema mais comercial, com histórias com início meio e fim, com personagens mais “reais”. Bobagem total. Cronenberg, em seus … Continuar a ler O terror de Cronenberg de volta em “Senhores do Crime”.

‘Sangue Negro’, o épico por excelência.

Em seus dois últimos filmes, o gênio Robert Altman tinha sempre por perto um cara magrelo dando dicas (se é que isso fosse necessário) de onde colocar a câmera, de enquadramentos em relação a cenário e direção de arte. Era um assistente de direção, co-diretor, diretor de arte informal. Esse cara era o Paul Thomas Anderson, direto do filme americano mais importante dos anos 90, … Continuar a ler ‘Sangue Negro’, o épico por excelência.

“Onde os Fracos Não Têm Vez”, a porrada.

Sempre que vou ver um filme com a assinatura dos irmãos Coen espero ser arrancado da cadeira do cinema, se não pela comédia, pelo drama, pelos roteiros brilhantes, pelas atuações de primeira devido à direção impecável de ator que vem das mãos desses caras. Mas em seu novo filme, “Onde os Fracos Não Têm Vez”, eu não fui arrancado da cadeira como sempre acontece mas … Continuar a ler “Onde os Fracos Não Têm Vez”, a porrada.

ELIS STONE e o Jonny Lee Miller ( post vintage)

Lembra desse cara aí da foto, né? o Sick Boy do Trainspotting? Pois é, depois de fazer um monte de filme meia boca, casar com a Angelina Jollie, Jonny Lee Miller tá agora na tv americana num seriado ótimo, Eli Stone. Ele é um advogado desses bem pica grossa de São Francisco, noivo da filha do dono da empresa, rico e lindo. Até o dia … Continuar a ler ELIS STONE e o Jonny Lee Miller ( post vintage)

JUNO

Pois é, Juno não é tudo isso mesmo, desculpem-me a franqueza. Filminho besta, historinha normal, com diálogos (e personagens) espertos, o filme pra mim até agora é uma incógnita. Ou melhor, o hype é uma incógnita. Filme barato, com muito ator de televisão (e isso é bom!), com roteiro espertinho, o típico filme “encontrado” em festivais pequenos por executivos de grandes estúdios, Juno acabou com … Continuar a ler JUNO