337/365 BARRACUDA
Sabe aquelas velas que a gente compra que vão queimando bem devagarinho, mas bem devagar mesmo e a gente fica só observando porque ela, sei lá, solta um perfume interessante aos poucos. E quando ela chega ao fim, de dentro de toda a cera que foi sumindo aparece uma surpresa inesperada e ótima e mais interessante do que a gente poderia ter imaginado que apareceria … Continuar a ler 337/365 BARRACUDA


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