353/2020 BABENCO: ALGUÉM TEM QUE OUVIR O CORAÇÃO E DIZER QUE PAROU

Ontem eu escrevi aqui sobre um filme ruim que tinha uma ideia muito boa e que por causa da produção mesmo que tosca, consegue nos dar a ideia do que a diretora incompetente quis fazer para contar os 2 últimos dia de vida de seu pai. Assim sssistimos As Mortes de Dick Johnson. Corta para uma dimensão paralela onde o cinema, onde o Cinemão superlativo … Continuar a ler 353/2020 BABENCO: ALGUÉM TEM QUE OUVIR O CORAÇÃO E DIZER QUE PAROU

277/2020 O PRÍNCIPE

E lá vem o cinema chileno quebrando tudo. O Príncipe é um absurdo de filme bom, extremamente violento sem mostrar tanto sangue, já que falta porrada e sobra submissão involuntária. O príncipe do título é Jaime, um jovem gay lindo e bem narcisista, daqueles que se acham demais, tanto que cometeu um assassinato por motivo bem estúpido. Ao chegar na cadeia ele logo cai nas … Continuar a ler 277/2020 O PRÍNCIPE

109/2020 SERGIO

Por um período muito mais breve do que eu esperava e desejei, trabalhei com o grande Hector Babenco que me disse que um de seus trabalhos mais difíceis e desafiadores foi Ironweed, o tour de force que ele dirigiu com Jack Nicholson e Meryl Streep por causa do sucesso de O Beijo da Mulher Aranha. Numa tarde em sua produtora, no que eu considero hoje … Continuar a ler 109/2020 SERGIO

340/365 CAFARNAUM

Começou a palhaçada. Cafarnaum, o novo filme da diretora libanesa Nadine Labaki, queridinha dos festivaleiros, foi indicado ao Globo de Ouro de melhor filme de língua não inglesa. Cafarnaum, na minha opinião, é o filme mais truqueiro do ano. É a versão 2018, quase hipster, oportunista e feito-pra-chorar do melhor filme brasileiro de todos os tempos, Pixote. O problema, ou a sorte do filme, é … Continuar a ler 340/365 CAFARNAUM