Levar pé na bunda funciona pra artistas.
Geralmente nesses momentos de raiva e tristeza e chororô os caras criam obras lindas.
Ultimamente os ótimos álbuns da Adele, do Sam Smith, foram criados em momentos de fossa.
E o novo disco da Bjork também está nessa linha.
Depois de terminar um casamentos de décadas com o artista americano (e lindo) Matthew Barney, Bjork lançou esse ano o melancólico “Vulnicura”, onde mais uma vez ela criou instrumentos para encontrar o som ideal pra contar suas histórias tristes de separação.
Para completar, de março a junho o Moma de NY vai receber uma exposição sobre a fofa: em 3 andares ela vai mostrar seus instrumentos malucões, seus figurinos e objetos de shows, uma linha do tempo dos seus 20 anos de carreira e mais um monte de surpresas.
Se ela quiser eu posso emprestar os ingressos de shows do Sugarcubes que eu tenho mais os discos e camisetas autografadas e mais umas fotinhos também.
Como teaser, Bjork lançou um vídeo teaser que é parte de uma das instalações da exposição.
A música “Black Lake” serve de trilha para a imagem de uma Bjork deitada com musgo em seu corpo e rachada do coração até sua vagina, por onde escorre um rio enquanto ela canta que seu espírito está partido e seu coração é um imenso lago.
A imagem é bonita mas muitas e muitas piadas baixas se passaram pela minha cabeça. Vou poupá-los e colocar o vídeo.
