25/365 O ÚLTIMO PACIENTE

Um dos melhores filmes do ano passado é O Último Paciente, Chronic, do mexicano Michel Franco que não por acaso ganhou o prêmio de melhor direção no Festival de Cannes.

Não só pelo filme “estranho” nem pelo roteiro ótimo ou pela direção precisa.

Muito da grandeza do filme se deve pelo sempre bom e aqui fantástico Tim Roth.

O ator inglês é na minha opinião uma das jóias raras do cinema e da tv de hoje em dia. E nesse filme, Roth mostra a que veio.

A história de um enfermeiro que cuida de pacientes terminais e se envolve um pouco demais com eles, muito por causa de seus próprios problemas, de sua depressão e dos fantasmas de seu passado.

Os planos longos e sem corte são como uma contemplação.

O ritmo lento da edição é lento como a espera dos doentes terminais pelo fim em seus leitos de morte.

O silêncio de um filme quase sem trilha sonora é ensurdecedor.

E Tim Roth nos faz sofrer com ele nessa quase epopéia com um dos melhores finais que você vai num filme recente, te garanto.

Um pensamento sobre “25/365 O ÚLTIMO PACIENTE

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