No meio do nada do Texas, numa cidadezinha falida, dois irmãos (Ben Foster e Chris Pinne) resolvem que pra sobreviverem a uma recessão desmedida, roubar pequenos bancos é a solução.
Eles só pegam notas pequenas do caixa, não matam ninguém e inclusive conseguem “esquentar” esse dinheiro num cassino local.
Só que não contavam com…
Jeff Bridges é o xerife das redondezas, prestes a se aposentar e entra no caso pra ganhar, ou pra resolver.
A Qualquer Custo é o indie americano com a maior bilheteria do ano passado por lá, o que não é pouca coisa. E tem conseguido indicações a prêmios importantes como o Oscar de ator coadjuvante a Bridges, indicação mais do que merecida.
E o filme é bem bom: violento, dramático, sem firulas, com um roteiro muito redondo e uma direção precisa.
Boa diversão num filme com um dos melhores finais do ano e com um roteiro inesperado que vale a pena ser visto.
E pra fechar com chave de ouro, a trilha do filme é do Nick Cave.


Um pensamento sobre “29/365 A QUALQUER CUSTO”