Branquinha é o filme americano que mais deu o que falar ao estrear no Festival de Sundance em 2016.
O filme foi vendido como o novo Kids e na minha opinião, Branquinha é um pouco mais que isso.
O filme é muito bem escrito e muito bem dirigido por Elizabeth Wood e tem na atriz principal um grande trunfo.
Morgan Saylor se joga de cabeça no papel da jovem baladeira de NY, que está de férias do primeiro ano de faculdade e se muda de apartamento.
Na casa nova, se encanta pelo traficante da rua e a aproveitar o que pode, já que as drogas estão fáceis e a festa nunca termina.
A partir daí, o filme entra num turbilhão de balada, cocaína, sexo, maconha, crack, mais drogas, mais sexo explícito, até que o traficante namorado da Branquinha (do título) vai preso.
E ela faz tudo o que pode para tirá-lo da cadeia, o que quer dizer vender a cocaína dele pra levantar dinheiro, transar em troca de favor, ela é roubada, estuprada, apanha do traficante chefão e muito mais.
O filme é forte, pesadão e disse que não é o novo Kids, mas sim um próximo passo, já que o filme é escrito e dirigido por uma mulher e o foco é outra mulher e o périplo pelo inferno que ela passa por amor.
Ah, e tem na Netflix.


A típica história da garota branca sem futuro que se apaixona por um Zé droguinha e se fode na vida.
Eu vou assistir isso gargalhando.