A Netflix deveria aproveitar que está nessa vibe de cancelar séries que eles produzem e repensar em alguns filmes que também produzem.
Depois de acabarem com a queridinha Sense8 e com a pseudo polêmica Girlboss, eles lançaram semana passada este petardo chamado Fica Comigo.
Antes de assistir eu entrei no Metacritic e no Rotten Tomatoes e, mesmo vendo a super baixa avaliação em ambos os sites, resolvi me arriscar.
E assumo: assisti por causa da Bella Throne, que eu nem achava nada demais, mas que me ganhou em Famous In Love, um seriado quase adolescente mas cheio de gente linda que ela faz uma atriz que pega seu primeiro grande papel em Hollywood como a personagem principal de uma franquia para adolescentes. Meio que se uma zé ninguém fizesse a Katniss em Jogos Vorazes.
Bom, me fudi.
Fica Comigo é uma porcaria tão grande que, juro, eu não me conformo como alguém aprova um projeto desses.
O filme conta a história de uma garota linda e misteriosa (adivinha se não é a Bella) que, depois de passar uma noite e um dia de paixão com um garotão que conhece em uma festa, do nada começa a estudar na mesma escola que o fulano e, claro, começa a atazanar a vida dele e da namorada e da amiga da namorada e da família dele e de todo mundo porque ela é uma locona da porra.
O filme deve ter sido aprovado por uma possível empatia que criaria com o público adolescente.
Mas a historinha pra boi dormir de um roteiro previsível e maniqueísta onde tem a menina boazinha, o menino lindo e bom e pobre, a malvada super rica, a madrasta compreensiva e assim por diante.
Adivinha o que acontece no fim?
Bingo!


Um pensamento sobre “179/365 FICA COMIGO”