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182/365 Z – A CIDADE PERDIDA

Z – A Cidade Perdida é ruim.

Mas não é uma porcaria gigante.

O filme é só mais um filme bunda mole, baseado na história real do militar britânico que se tornou explorador quando veio para a Amazônia, no início do século XX e ficou sabendo de uma cidade de ouro perdida na floresta e faz de seu objetivo de vida encontrar o eldorado.

O problema do filme é que ele é bem sistemático, o cara vai pra floresta, se fode, acha índio, não acha a cidade e volta pra Inglaterra.

Lá ele tenta convencer os donos do dinheiro a voltar, convence, volta, se fode, acha índios, não acha a floresta, volta.

E assim vai até que ele vem pra cá, depois de anos, com seu filho mais velho e não volta mais para lá.

O filme serviu pra mim pra provar que o crush Charlie Hunnam é um ator bem medíocre. Tadinho dele.

O cara era o máximo na tv, fazendo o motoqueiro traficante fodão. Mas no cinema, depois de vê-lo como Rei Arthur e agora como esse explorador, dá pra dizer que ele pior do que ser ator de um papel só, ele não é ator de papel nenhum.

Em Rei Arthur o problema geral do filme é o da direção, ou pelo menos eu achei que fosse.

Nesse Z, dá pra ver que ele é fraco mesmo. Até a fraquinha Sienna Miller tá melhor que ele como a esposa poderosa do explorador.

Pior!

Até o Tom Holland, o novo Homem Aranha, tá melhor que ele como o filme revoltado que no fim viaja com o pai.

Única cena interessante do filme é ver o Rei Arthur dar um tapa na cara do Homem Aranha.

Ah, ainda tem o Robert Pattinson como explorador companheiro, barbudão mas que não serve pra nada.

O que dá pra concluir com esse filme é que no cinema inglês de hoje os atores são sempre os mesmos revezando nos papéis principais.

Parece novela brasileira onde no mesmo canal o mocinho é sempre o mocinho.

Triste.

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