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236/365 NA MIRA DO ATIRADOR

Pra mim o atrativo de Na Mira Do Atirador era ter o Aaron Taylor-Johnson como ator principal.

Gosto muito desse cara, desde que ele fez o John Lennon pré Beatles no ótimo O Garoto de Liverpool.

Desde então ele passou por Kick Ass, Animais Noturnos, Os Vingadores e mais um monte de porcarias até que caiu literalmente na mira do atirador.

 

Aaron é um soldado americano de tocaia com um companheiro para tentar achar um atirador de elite escondido nos escombros no meio da guerra do Iraque.

Quando eles acham que o cara não está mais vivo, vão em direção aos tais escombros e, bang, o cara não só tava vivo como estava esperando esse momento para atirar nos 2

Aaron consegue se salvar atrás de uma parede (a wall do título original) enquanto seu companheiro, o ex lutador John Cena, fica largado morto entre o soldado e seu algoz à espreita.

E isso são os primeiros 10 minutos do filme.

A próxima 1 hora e meia é de Aaron conversando via rádio com o atirador e tentando ao mesmo tempo achá-lo na mira e se safar de suas investidas físicas e psicológicas.

Como diz o poster, isso não é mais uma guerra e sim um jogo.

O cara é bom, foi treinado pelo próprio exército americano, não o vemos em momento nenhum do filme e mesmo assim ficamos mais e mais com medo dele.

O filme é dirigido pelo Doug Limam, o bom diretor de A Identidade Bourne, o que garante uma tensão. Mas nem sempre o prometido é o cumprido.

Se o filme tivesse 1 hora a menos seria perfeito.

Mas não tem.

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