Até hoje eu vinha achando que não postaria nada sobre Alien: Covenant, o mais recente filme da franquia do monstro do cinema que eu mais amo.
Tem que falar que esse Covenant é um filme que não precisaria ter sido feito, de tão porcaria que é seu propósito.
Veja bem: não achei o roteiro ruim, nem a direção ruim, nem o dinheiro gasto com a produção toda ruim, mas pelamordosdeusesdocinema, Seu Ridley Scott.
O filme tem uma premissa que me lembrou muito o pior filme desse ano, o porcaria Passageiros, onde a tripulação toda de uma espaçonave dorme em seu sono criogênico e um problema faz com que alguém acorde.
Nesse Covenant, na verdade, a tripulação é acordada pelo andróide de plantão, vivido pelo Michael Fassbender (e daí já ficamos esperando algo porque Prometheus já tinha o Fassbender também andróide, apesar de não ser oficialmente um filme da franquia).
O problema é que a nave sofre danos por causa de uma “chuva de meteoros” e eles precisam fazer os reparos e pousar antes do esperado.
Por um certo acaso, eles encontram um planeta bem perto e que parece ter todas as características para acolher vida humana.
Só que adivinha quem também está nesse planeta.
Vou dar uma dica: começa com a…lien.
E a putaria começa, com os tripulantes saindo para desbravar e, quem consegue voltar à nave, volta bem acompanhado.
Pra que, minha gente, pra quê?
Um conselho eu dou: se você é super fã do filme, assista, porque é lindão o planeta e as situações com os Aliens são interessantes.
E a única outra coisa interessante é a atuação da americana Katherine Waterson.
Fora isso, é legal rever Aliens saindo das barrigas e correndo e fugindo e se escondendo pela nave.
Mas o mais legal dos Aliens, ultimamente, é essa toalhinha que eu fiz na Molotov.
Dá pra encomendar, só pedir.

