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273/365 JOGO PERIGOSO

Filmão!

Se não por nada, tomara que Jogo Perigoso seja o filme que finalmente vá colocar a maravilhosa Carla Gugino em seu devido lugar como uma das grandes atrizes de Hollywood.

O filme é um pesadelo.

Uma das histórias “menores” de King que eu sempre esperei ver nas telas.

Um casal parte para um fim de semana romântico numa daquelas fases difíceis do casamento, esperando que isso melhore de alguma forma.

Na primeira noite, ela de camisola nova, linda e perfumada espera o marido na cama que aparece todo bonitão e forte e com seu viagra começando a fazer efeito.

Ele chega com um par de algemas e a prende de braço abertos à cama de madeira maciça, como ele faz questão de frisar.

Em princípio ela tímida, acha estranho mas se deixa levar, até que o jogo dele de dominação vai tomando um rumo um pouco forte demais para ela.

Eles começam a discutir, ela pede para ser solta, ele relaxa e pede para que ela também relaxe e entre no jogo até que ele tem um mal súbito e… morre!

Ela acha que ele caído por cima dela faz parte do jogo, ela pede que ele pare com isso, o empurra e ele cai no chão.

É quando ela percebe que sim, ele está morto sim e, fudeu, ela está presa na cama de uma forma bem bizarra, sem poder se soltar, numa casa de campo no meio do nada sem ninguém por perto.

Resumindo: fudeu lindo pra ela.

Nesse tour de force, sozinha, presa, tentando raciocinar sobre como ela vai poder sobreviver estando presa e como ela vai fazer para se soltar dali, os fantasmas vêm visitá-la, os que não existem e, pior, os fantasmas da vida real também.

Um cachorro, um monstro, uma memória há muito escondida, tudo faz com que ela tente resolver esse momento que sua vida pode terminar quando ela menos esperar.

Não dá pra falar muito além disso, só reforçar que Carla Gugino é o grande presente que esse filme nos dá de bandeja.

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