Leatherface se propõe a contar a história do maior cara do mal, o próprio do Texas Chain Saw Massacre, o assassino cruel que usa uma serra pra matar suas presas e umas máscaras com o rosto de suas últimas vítimas.

Só que nesse filme a grande sequência é a de abertura, onde em seu aniversário de sei lá, uns 10 anos de idade, o moleque apaga as velhinhas de um bolo de carne onde sua primeira possível presa está presa a uma cadeira ao lado da mesa amordaçado.
O menino assopra e a mãe doidaça pega com a mão um monte de bolo de carne e dá pro filho mais velho colocar na boca do cara.
Depois disso, eles dão ao aniversariante uma serra ligada e mandam que ele mate o cara.
Ao não conseguir, ele deixa cair a serra que decepa a perna do fulano, para que depois o irmão mais velho termine o serviço mal feito.
Se o filme fosse só isso, um curta bem animal, já teria valido a pena.
Mas a história que acontece depois não é tão boa quanto esse interlúdio.
A Lily Taylor como mãe do leatherfacezinho tá bem demais e eu acho que deveria ter sido feito um filme a respeito de sua personagem, daí seria dinheiro bem gasto.
Melhor ainda: fique com o original.
Fica a dica.

