Olha a proposta desse filme: um pré adolescente meio nerd, meio quieto, tem os pais mais bacanas do mundo, é filho único, tem uma vizinha de frente super gente boa e o melhor, tem a babá mais gata e cool de todas.
Babá sim, porque seus pais sempre passam finais de semana sozinhos, em hotéis e tal.
Em uma dessas saídas dos pais, a babá vai pra casa dele e, quando pensa que ele dormiu, promove um ritual satânico com uns amigos na sala da casa do moleque.
Só que ele está acordado e… Fudeu!
Filmão, né?
Só que não.
Que puta bosta.
Primeiro eu fiquei com o pé atrás por causa do diretor, o péssimo McG, diretor de As Panteras (os filmes ruins sim) e mais um monte de episódio de série de tv e clipes de bandas meia boca.
Mas com uma sinopse dessas e mais a Bella Thorne no elenco, eu me arrisquei.
E não sei como cheguei ao fim do filme.
A Babá tem tudo que os filmes de terror adolescente dos anos 80’s tem de ruim, só que feito em 2017, sem a vibe de lá.
O cara tentou emular uma vibe meio comédia, meio terror que não funciona.
O filme poderia muito bem ser “dividido” em começo feel good film of the summer e entrar na baixaria do gore oitentista.
Mas não, ele mistura tudo e fico tudo sem graça, sem susto e sem ritmo, apesar da câmera doida e da edição rápida.
Sim, ele conseguiu fuder tudo.
E o pouco de humor que tem no filme se perde com a mão pesada por vezes e por outras vezes inexistente do diretor.
O filme é da Netflix, estreou esses dias mas juro, nem perca seu tempo.

