Pare tudo o que você estiver fazendo e assista esse petardo coreano, A Vilã.

O (pseudo) plano sequência inicial de quase 9 minutos e com mais morte e mais violência que quase todos os outros filmes do ano juntos, já vale a experiência.
Se não bastasse, A Vilã é uma refilmagem do clássico de 1990 do francês Luc Besson, Nikita, Criada para Matar.
Sim, teve uma época que o Besson fazia filme bom e esse foi um deles.
Tão bom que logo foi refilmado nos EUA e se chamou A Assassina, bem bom também, com a Bridget Fonda, que aliás, sumiu das telas faz uns bons 15 anos. E ainda teve a série de tv, aqui se chamava La Femme Nikita, lembra?
O filme conta a história de uma menina que desde pequena vive no submundo do crime, com um pai bem do mal, um marido bandido e ela no meio disso tudo se fudendo e aprendendo a ser fodona também.
Só que um dia, depois do plano sequência do início, ela é capturada e levada para uma “escola de bandidões animais” onde ela vai aprender a matar todo mundo e não morrer de jeito nenhum.
Lá ela passa anos aprendendo a ser mais fodona ainda mas tabém aprende a ter uma profissão que valide o seu dia a dia para acobertar o seu lado de assassina.
De novo, o filme é o mais violento possível, mesmo. Muito sangue jorrando, muita porradaria, muita gente forte e do mal, uma querendo a pele da outra.
E o diretor aproveita isso tudo e usa e abusa de câmeras doidas, sequências quase psicodélicas, muito plano longo e muita subjetiva, o que faz o filme muitas vezes parecer um video game dos infernos.
Bonzão, viu.
Super recomendo.

