Eu tinha jurado que nano assistia mais filme com essa Aubrey Plaza.
Ela tá na minha lista dos “stop making stupid people famous”.
Mas um amigo falou do filme outro dia, ontem fui convencido de por formas escusas e acabei assistindo Ingrid Goes West.
Esse filme tá na lista de “por que mesmo esse filme foi feito?” de porcaria.
Qual a razão de fazer um filme sobre uma stalker de mídias sociais tosca e que no fim meio que se dá bem?
Que bosta.
Aubrey é a stalker, uma tosca qualquer que se acha a melhor amiga de uma “influenciadora digital” só porque a outra deu um like ou respondeu algum comentário no Instagram.
Por acaso a mãe da idiota morreu, ela recebeu uma graninha e vai pra Los Angeles atrás da “famosa da internet” pra ser sua BFF.
Sim, o filme é cheio de gírias e emoticons e emojis e fotos e jabás e tudo mais.
Aubrey é a estúpida espertina, sabe ir atrás, apesar de sempre estar uma horinha atrasada, até que consegue encontrar a fofa, vivida pela ótima Elizabeth Olsen.
Mas claro que ela se caga toda e só consegue se aproximar de sua ídola porque sequestra o cachorro de estimação dela e o devolve como se o tivesse achado na rua.
A partir de então elas vão se aproximando, ficando amigas mas o destino é cruel.
Bom, o filme poderia ser bacaninha até se não fosse tão caricato.
E ele nem é uma comédia pra ser caricato.
Outra forma de ser bom seria terem transformado a história num terrorzinho, que fosse.
Mas nem isso.
Parece uma historinha de briga de facebook ou de youtubers ou de uma Pugliesi da vida que se sente traída.
E o ridículo disso tudo é que não são meninas de 15 anos de idade, são adultas mesmo.
A única coisa boa do filme é ver o promissor marido da Olsen no filme, o lindo Wyatt Russell, filho do Kurt Russell e da Goldie Hawn.
Que venham mais filmes.
Com ele.
