Um dos meus filmes de terror e suspense preferidos da vida é O Homem de Palha, um petardo escocês de 1973 onde uma investigação sobre crianças desaparecidas em uma ilha remota é envolta em muito sexo e drogas e com uma trilha linda demais.

Quando li sobre esse Sacrifício na Netflix, não tive dúvidas e me joguei, afinal é um filme escocês que se passa em uma ilha remota que, por acaso eu conheço e amo, onde por acaso uma americana encontra em seu quintal o corpo de uma mulher morta com requintes de um ritual muito antigo.
Só por ler essa sinopse já pensei no meu preferido dos anos 70 e me joguei.
O filme é bonzinho-inho.
Roteiro interessante mas cheio de buracos quase imperceptíveis.
E com umas resoluções tão estrambólicas que eu acabei embarcando na viagem tosca do povo e me diverti.
Essa americana que encontra o cadáver é casado com um escocês de uma família dona de metade da ilha. Eles vão para lá porque ela não pode engravidar e eles resolvem adotar uma criança da região.
Só que a descoberta do cadáver faz com que a médica vire uma detetive já que ninguém na ilha dá tanta importância para o fato e tentam convencê-la de que ela está procurando pelo em ovo.
E ela continua contra todo mundo, com a ajuda discreta de uma policial, girl power.
Bom, a história é bacana e cultos pré históricos vão aparecendo e o folclore escocês é um dos mais bacanas de todos.
Então, no fim da noite, depois de ver todas as suas séries ruins favoritas, relaxa e veja Sacrifício, diversão (quase) garantida.
Mas se quiser ver um PUTA filme, veja O Homem de Palha que citei lá acima.
Aí sim.

