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338/365 MAYA DARDEL

Maya Dardel é um filme que tinha tudo para ser maravilhoso.

Primeiro que é estrelado pela grande e sumida Lena Olin.

Depois tem outra ótima e sumida como coadjuvante, Rosanna Arquette.

E a história prometia.

Olin é a Maya do título, uma autora e poeta muito famosa, de muito sucesso que em uma entrevista num programa de rádio declara que vai se suicidar e quer escolher um autor, homem, para ser seu herdeiro, de toda sua fortuna e de toda sua obra.

Para isso, ela começa a entrevistar jovens autores e essas entrevistas sempre terminam com os escritores fazendo sexo oral na poeta, uma sutileza só.

O resto do filme é uma bobajada dela escolhendo um dos jovens, conversando, falando da vida (dela) e querendo saber as opiniões deles (sobre ela) e quando a amiga vai visitá-la elas conversam, adivinha, sobre ela.

E pra piorar, um monte de oportunidades perdidas de roteiros e da história.

Maya Dardel acaba sendo uma bobagem só.

Uma história que gira em torno do umbigo de uma personagem que, apesar de interessante, não rende tanto.

Culpa do roteiro, dos diretores e de quem conseguiu dinheiro pra fazer essa porcaria.

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