Maya Dardel é um filme que tinha tudo para ser maravilhoso.
Primeiro que é estrelado pela grande e sumida Lena Olin.
Depois tem outra ótima e sumida como coadjuvante, Rosanna Arquette.
E a história prometia.
Olin é a Maya do título, uma autora e poeta muito famosa, de muito sucesso que em uma entrevista num programa de rádio declara que vai se suicidar e quer escolher um autor, homem, para ser seu herdeiro, de toda sua fortuna e de toda sua obra.
Para isso, ela começa a entrevistar jovens autores e essas entrevistas sempre terminam com os escritores fazendo sexo oral na poeta, uma sutileza só.
O resto do filme é uma bobajada dela escolhendo um dos jovens, conversando, falando da vida (dela) e querendo saber as opiniões deles (sobre ela) e quando a amiga vai visitá-la elas conversam, adivinha, sobre ela.
E pra piorar, um monte de oportunidades perdidas de roteiros e da história.
Maya Dardel acaba sendo uma bobagem só.
Uma história que gira em torno do umbigo de uma personagem que, apesar de interessante, não rende tanto.
Culpa do roteiro, dos diretores e de quem conseguiu dinheiro pra fazer essa porcaria.
