Não tem jeito, a Pixar e a Disney sempre acertam.
Viva: A Vida É Uma Festa é uma lindeza de filme.
Se o filme fosse feito no Brasil, os chatos da internet iam dizer que era apropriação cultural, porque ele se passa no México mas é falado em inglês.
Que horror!
“Que atravessamento, isso corrobora com a narrativa elitizadora e monárquica e não é uma reflexão dogmática que homogeniza a experiência…”
Copiei essa última frase de um textão do FB dessa semana, de uma reflexão (chata) sobre homem usar roupa de mulher no carnaval.
Voltando ao filme, Viva conta a história de um menino que adora cantar mas é proibido por toda a sua família, onde cantar é um tabu.
Aos poucos ele vai descobrindo que algo de muito errado está acontecendo e que ele é bisneto do maior trovador mexicano de todos os tempos, já morto.
E também descobre que para poder cantar, precisa ir ao mundo dos mortos ter a bênção do antepassado morto.
E Viva é a história do menino Miguel indo às profundezas do inferno para conseguir realizar o seu sonho de vida com uma reviravolta típica Pixar que só faz o filme ser mais bacana ainda.
E o mais legal de tudo, claro, é que o filme inteiro é baseado nas alegorias do Dia De Los Muertos mexicano, elevado à máxima potência.
Eu sou uma besta, sempre fico enrolando para assistir os filmes de animação por achar que não vou gostar e sempre gosto e choro e me emociono.
Viva é uma viagenzinha bem boa de 2 horas que se demorasse até mais um pouco eu juro que embarcaria de boa vontade.
NOTA 🎬🎬🎬1/2

