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49/365 MEU AMIGO DAHMER

Jeffrey Dahmer é um dos mais famosos serial killers americanos.

Pra quem não conhece (oi?), ele foi o cara que estuprou, matou e desmembrou pelo menos 17 homens nos anos 1980’s.

Já fizeram alguns filmes sobre sua história e nenhum, mas nenhum mesmo se salva, sempre um pior que outro.

Mas desta vez acertaram.

O diretor Marc Meyers, neste Meu Amigo Dahmer, conta a história do monstro logo antes da matança, em sua adolescência.

No filme vemos que Dahmer nunca foi o garoto “normal”, que passava desapercebido na escola.

Ele era o estranho, que fazia umas bizarrices para ser notado e aos poucos alguns “amigos” criaram um certo culto a Dahmer por isso mesmo.

Ele sempre gostou de recolher animais mortos pela estrada perto de onde morava e os colocava em ácido para guardar seus ossos.

Até que seu pai, quase ausente, descobre isso, quando ele já tinha seus 17 anos de idade e o obriga a parar com essa mania estranha.

Ele tentava ser amigo do povo, ser engraçado, mas sempre era considerado freak demais.

O povo tinha até medo de ser visto com ele, sabe o tipo de filme americano?

E a mãe de Dahmer, que puta louca.

Vivida por Anne Heche, ela parece uma caricatura de mãe que veríamos em quadros do Saturday Night Live de tão bizarra que era.

No filme vamos vendo a vida de uma não tão típico adolescente, mas que até poderia ser. E que se não tivesse o estopim da maldade, poderia até passar desapercebido.

Mas Dahmer era ruim e o filme faz questão (com propriedade, inclusive) de nos mostrar que ele não sairia daquela vida ileso.

Ou melhor, que pessoas que passariam pela sua vida não passariam ilesas.

O filme é bacana, interessante na construção da personagem e principalmente por isso, por mostrar que ele é quase o estranhão da escola e só.

NOTA 🎬🎬🎬

(opção para assistir)

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