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59/365 COLD SKIN

Cold Skin é um filme estranho.

É bom, interessante mas até agora não sei se eu gostei muito ou pouco.

Cold Skin se passa nos anos logo após à Primeira Guerra, no Círculo Polar Ártico, onde um oficial inglês chega em uma ilha bem isolada para ser o oficial do farol.

Lá ele encontra Gruner, o homenzarrão que cuida do farol.

Mas eles não encontram o antigo oficial, que morreu de forma inexplicada.

Já na primeira noite que passa na ilha, na casa do ex oficial quase destruída, ele tem contato com uns seres estranhos, que ele descobre pelas anotações que são uma mistura de homens e peixes e anfíbios que vivem na região e que por lá se reproduzem e sobrevivem exatamente por estarem longe da civilização e por isso conseguem sobreviver sem interferência do homem.

Os seres quase o matam logo de cara e ele se salva por um ato estupidamente esperto dele, que acaba com sua nova casa e por isso vai ter que viver no farol com o ogro Gruner e sua “namorada”.

O filme parece ser um terror com uns monstros bem fodões e interessantes.

Mas não só isso, Cold Skin se mostra um drama filosófico com pitadas de romance bizarro.

Só que no final das contas o filme não é nem uma coisa nem outra e muito menos outra.

Cold Skin começa muito bem, tem uma bela ideia baseada em um romance espanhol e termina bem também.

Mas o meio do filme é cheio de barrigas e encheções de linguiças que desanimam um pouco.

Apesar de tudo, vale a pena assistir não só pela história mas por toda a direção de arte e de fotografia do filme.

NOTA 🎬🎬1/2

(opção para baixar o torrent)

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