Prodígio é um daqueles filmes ótimos mas que poderiam ser maravilhosos, não fosse a preguiça do roteiro.
Prodígio é uma menina “especial” que está mantida presa e começa a ser analisada por um psicólogo bem experiente e um pouco não ortodoxo.
Quando ele vai encontrá-la pela primeira vez, Ellie, a menina prodígio de uns 9 anos de idade, está em uma sala blindada, sentada em uma cadeira, presa pelos pés e pelas mãos.
O psicólogo, que não leu o prontuário da menina, ele não sabe o que lhe espera.
Logo de cara Ellie se mostra super inteligente, muito esperta, observadora, um pequeno gênio, o que deixa o psicólogo muito impressionado.
O que ele não esperava é que a menina fosse cada vez mais se mostrando mais e mais interessante e incrível, no sentido dele não acreditar no que está vendo.
O filme tem 2 grandes problemas: os personagens secundários, que ficam observando a “consulta” do psicólogo com a pequena gênia, que são os oficiais e especialistas, são uns idiotas. Eles se portam como personagens idiotas de filmes de terror, ou os idiotas de comédias pastelão dos anos 80, tipo Porky’s.
Outro problema do filme é que o foco são os encontros entre o psicólogo e a menina e eles ficam quase chatos, não fossem umas pirotecnias que acontecem, muito por causa do talento dos diretores.
E o último probleminha, daí é problema da distribuidora, do marketing, é eles tentarem dar uma vibe meio Hannibal Lecter, mas falta muito arroz com feijão pra tanto.
Tirando esses 2 probleminhas, Prodígio é um filme a ser visto e que provavelmente vai passar batido.
NOTA 🎬🎬🎬1/2

