Fidelidade Sem Limite é um filme belga bacaninha, a indicação do país à vaga de filme de língua não inglesa no Oscar.
Assisti por isso, mas principalmente porque eu assisto qualquer coisa com a Adèle Exarchopoulos e principalmente com o Deus belga Mathias Schoenaerts.
No filme, ela é Bibi, uma mulher de uma família rica que é corredora de carros.
Através de seu irmão, conhece Gigi, o personagem de Mathias, um grosseirão atraente e interessante por quem logo se sente atraída e aos poucos os 2 vão se apaixonando.
Só que ela não sabe muito dele, só que ele trabalha com importação de carro e tem uns amigos estranhos e por isso mesmo ela e seu pai ficam com um pé atrás em relação a ele.
Apesar dos pesares, o romance dos 2 vai crescendo, a paixão aumentando até que ele a pede em casamento.
Quando tudo parece perfeito, ele e seus amigos são presos por assalto a banco.
E o mundo dela (e o dele também) desaba.
Fidelidade Sem Limite é um filme bem escrito e bem dirigido, que conta uma história de amor bandido, que poderia facilmente se passar aqui no Brasil e se fosse mais melodramática, seria uma novela da Globo.
A coisa boa é que o casal de atores principais é bem bom, tem química.
Ela a lindinha rica, com atitude, forte.
Ele o toscão pobre, bonitão, sedutor, que tem dinheiro não se sabe de onde.
Juntos são o casal perfeito.
Tão perfeito que assim que ela descobre quem é seu noivo, assim que ele vai preso, ela tem certeza de seu amor e resolve fazer de tudo para que eles fiquem juntos.
O filme é bom, sem arroubos de genialidade, mas tem uma cena que pra mim já entra para o panteão das minhas preferidas do cinema.
Bibi vai visitar seu amor Gigi na prisão e faz sua primeira visita íntima.
Quando ela sai de lá, vai ao seu carro e…
Olha aí:

De chorar de lindo esse amor!
A história é triste, como deve ser com esse monte de tragédia e para minha surpresa, o filme termina bem demais.
NOTA 🎬🎬🎬

