Nostalgia é um filme que começa muito bem, contando a história de um avaliador de uma seguradora que se importa com objetos pessoais que talvez tenham apenas importância sentimental mas que podem, além disso, terem valor material que ninguém esperava.
Fiquei pensando, nossa, Hollywood tá tão saturada que olha essa ideia, vão contar histórias de nostalgia, memória, lembrança através do ponto de vista do cara que deveria ser o mais frio nesses casos, o cara da seguradora.
Ledo engano.
De repente o cara vai avaliar uma casa que pegou fogo, que por acaso é de uma personagem vivida pela ótima Ellen Burstyn e a história vai para ela.
Daí ela leva uma das poucas coisas que conseguiu salvar do incêndio, uma bola antiga de baseball autografada, para ser avaliada pelo personagem do Jon Hamm e o filme vai para ele.
E assim por diante.
O que seria uma premissa interessante, acaba se tornando redundante.
A piada já foi contada, então a gente fica esperando para onde vai a próxima “pegadinha”.
E não vai para lugar nenhum.
Nostalgia até tem seus pontos fofos s bonitos, onde mostra essa variedade de personagens, na maioria das vezes, se lamentando pelo passado, o que não é nostalgia na minha opinião.
E o pior, parece que os personagens estão pouco se lixando pela tal nostalgia do título, ninguém tá nem aí para as memórias.
E não, não tem nenhum virada sensacional e o filme fica nessa até que acaba.
Elencão e oportunidade desperdiçadas.
Próximo.
NOTA 🎬🎬


Um pensamento sobre “128/365 NOSTALGIA”