É difícil nos dias de hoje você ter uma ideia nova para fazer um filme, especialmente em Hollywood, onde (quase) tudo já foi feito.
Imagino os produtores de A Noite do Jogo saindo por lá tentando dinheiro para fazerem um filme de perseguição policial cheio de mals encarados engraçadões.
Os caras do dinheiro recusando, falando que já foram feitos pelo menos uns 297 filmes assim, daí alguém tem uma ideia de mudar o roteiro e colocar essa primeira ideia em um grupo de amigos que se reúnem em noites de jogos de tabuleiros.
Até que o irmão milionário de um deles volta do nada e resolve participar, só que ele mesmo produz um jogo incrível: ele vai ser “sequestrado” e os casais participantes vão ter que encontrá-lo, a partir de pistas pré estabelecidas.
Só que o que eles não esperavam, e não descobrem logo de cara, olha o plot twist, é que o sequestro é verdadeiro e os vilões são bem do mal e violentos.
E o que era só uma comediazinha vira um filme de ação bem engraçado, violento e, olha só, gore gore, cheio de sangue e até ossos.
Eu quase não assisti esse filme, mas teve um dia semana passado que eu não aguentava mais ver filme de terror, que é só o que tem de interessante nessa época de entre safra cinematográfica.
E eu não ia ver o filme por causa do Jason Bateman, que eu acho bem sem graça.
Mas o filme tem a fodona Rachel McAdams, o Kyle Chandler e o marido da Mary Jane original do Homem Aranha, Jesse Plemons.
Arrisquei e me dei bem.
O filme é uma grande bobagem, mas é muito bem escrito, com piadas boas, elenco afiadíssimo e uma direção quase perfeita.
O que querer mais de uma noite de jogos?
NOTA 🎬🎬🎬1/2


Um pensamento sobre “142/365 A NOITE DO JOGO”