Rupture é um monte de coisa ao mesmo tempo e acaba não sendo nada.
É um filme de terror misturado com ficção científica misturado com filme de mulher fodona misturado com drama familiar.
Só que nessa mistura do Brasil com Egito acabou parecendo uma música do Tchan de tão fraquinho que é.
E olha que tem a Noomi Rapace o tempo todo na tela.
O filme conta a história de uma mulher que mora sozinha com seu filho e é mal tratada por seu ex.
Um dia ela é do nada sequestrada e levada para um lugar distante (ficou bem claro no filme mas não se sabe porquê), uma espécie de prédio com laboratórios que precisariam dar o ar de serem super avançados mas que na verdade são bem mequetrefes.
Ela é presa em uma maca e examinada por umas pessoas com atitudes bem bestas, que logo começam a fazer testes nela e, pasmem, começam a se esfregar na fofa.
O que seriam 15 minutos de filme, na verdade é mais de uma hora pra acontecer e acontece de novo e de novo e nada acontece de interessante.
Uma hora a gente descobre que esse povo estranho é um bando de et (?) lagarto (?) iluminatti (?) que, não se sabe exatamente porque, faz isso com humanos.
Ah, tem uma parte que parece que vai rolar uma tortura bem pesada. E não rola.
E tem uma outra parte que parece que vai rolar uma abdução ou melhor, uma junção de et e humano, meio sexual e tal. Mas também não rola.
E tem a parte da mulher fodona, que foge da maca onde estava super presa, anda pelos dutos de ar, vê por onde pode fugir mas, adivinha, sim, ela volta para sua maca toda pimpona.
E de novo, não sabemos porquê.
Assim sendo, Rupture é um filme que acontece um monte de coisas pra nada e que acabam sem que saibamos os porquês.
E essa frase do poster “superando o medo” acho que é uma tentativa do distribuidor brasileiro de tentar achar alguma dignidade na história só que, de novo, ele errou.
NOTA 🎬

