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160/365 A BARRACA DO BEIJO

Ontem assisti um outro filme na Netflix que achei bacaninha, daí, animado, arrisquei esse A Barraca do Beijo porque li uma matéria falando mal do filme por alguns motivos que eu achei que poderia gostar do filme por isso mesmo.

No final das contas, o texto tava certo e a minha intuição errada.

A Barraca do Beijo seria menos ridículo se ele não se passasse numa high school americana.

O povo que frequenta essa escola já seria velho pra estar na faculdade.

Ainda por cima é uma escola de riiiiicos em Los Angeles e o povo vai de uniforme com gravata, fazendo o povo mais ridículo ainda.

Fora da escola, moram em casas lindas, andam de carrões, motos absurdas e até irmãos, um mais velho e outro mais novo, estão se formando ao mesmo tempo, tudo errado.

A Barraca do Beijo é montada por um casal de amigos em um evento da escola pra levantar dinheiro para o baile de formatura.

Ela não é a menina popular e nem ele.

Eles eram os engraçados e agora cresceram e ficaram mais gostosos, para espanto do resto da “molecada”.

O problema é que mesmo gostosos, o resto do povo é lindo, grande, sarado pra caralho e o irmão que seria mais velho, é um dos caras mais gatos que eu vi no cinema americano ultimamente.

Os dois amigos tem uma relação de regras que eles seguem desde os 6 anos de idade e uma delas é que nem ele e nem ela podem se envolver emocionalmente com ninguém da família do outro.

Só que nesse dia da barraca do beijo, ela acaba beijando o irmão lindo do amigo, o cara mais gato e mais gostoso (e depois saberemos, o mais inteligente) do mundo inteiro. Não, só da escola.

E ela descobre que ele, que é o gostosão e fodão, proibiu que qualquer outro cara da escola dê em cima dela.

Eles se beijam, ele curte e ela fica abalada porque sempre foi a fim dele, como todo mundo na escola.

E agora eles continuam se vendo às escondidas, porque o irmão/amigo não pode saber.

Nem um monte de referência ao clássico Clube dos Cinco salva o filme.

Nem terem colocado a Molly Ringwald, se alguém não pegasse as referências, salva o filme.

E o filme é isso, uma bobagem.

Que seria fofinho se fosse com uma molecada de 16 anos de idade.

Só que com esse povo com cara de 26, é bem ridículo. Apesar de que tem um monte de gente semi nu no filme, e o povo é bonito de se ver.

Mas eu confesso que assisti até o final e que fiquei fã do Jacob Elordi, o absurdo que até que é um bom ator.

Ah, e fiquei com ódio da atriz do filme, a Joey King, que é namorada do cara.

Brincadeira.

Verdade.

Filme meia boca mas dá pra ver num noite de frio.

NOTA 🎬🎬

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