O indie inglês In Darkness tem pelo menos 2 coisas bem legais.
Primeiro, é um dos filmes com mais reviravoltas de roteiro que vi ultimamente, os famosos plot twists. E olha que estamos na era das reviravoltas.
Segundo, o filme é estrelado e foi escrito por uma das atrizes mais legais que apareceram em Game Of Thrones, Natalie Dormer.
Escrito, aliás, a 4 mãos, por ela e seu marido Anthony Byrne, também diretor do filme.
In Darknes conta a história de uma pianista cega, que mora sozinha em Londres e é meio que testemunha da morte de sua vizinha.
Só que ela é perseguida pelo homem talvez tenha matado a vizinha, que não sabe que ela seja cega.
Ah, esqueci de falar, a vizinha é filha de um criminoso da guerra da Sérvia que vive em Londres também.
Até aí pensei, ai que saco, mais um filme de mulher cega coitadinha que é perseguida pelo vilão que não sabe que ela não viu nada.
Ploft!
Dá-lhe primeira reviravolta do filme.
E daí pra frente elas não param, é uma atrás da outra.
Quando você acha que está entendo tudo, vira de novo. E de novo.
Natalie está muito bem no filme, apesar de ser a cara da Luiza Possi e eu ficar o filme todo achando que ela vai começar cantar alguma coisa bem romantiquinha.
E o diretor Byrne mostra a que veio, encontrando soluções bem decentes para tanta coisa que acontece no filme e que poderia ser sua perdição.
Assisti o filme essa semana e na sexta feira Natalie esteve no Graham Norton contando do filme, de como eles demoraram 9 anos para lançar In Darkness, desde a primeira ideia, de como não dão dinheiro pra indie por lá também, parecia que ouvia uma brasileira contando como acontece por aqui.
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NOTA 🎬🎬🎬1/2

