267/365 BEL CANTO

Presta só atenção no elenco desse file: Julianne Moore, Ken Watanabe, Sebastian Koch, Christopher Lambert.

Tem como não dar certo um filme desses?

Tem!

Erraram na mosca.

O filme é tão ruim, mas tão ruim, que parece uma novela da Record de uns 15 anos atrás, de tão porcaria que é o roteiro e de tão pior ainda que é a direção.

O filme começa com Watanabe, um milionário japonês, atravessando o mundo para ver um recital particular para  de uma famosíssima cantora de ópera, Julianne, claro, em um país super corrupto na América Latina.

O milionário se convidou para participar da festa e em troca prometeu construir um a fábrica no país, o que na verdade ele não tinha intenção de fazer.

Olha que beleza!

A cantora diz que nunca mais volta para esse tipo de país, que a partir de agora só vai cantar nos EUA, Itália e Inglaterra e que ela só estava cantando na festa porque, depois de negar tanto e pedir mais e mais dinheiro, topou por um pequena fortuna.

Olha que gente bacana.

Bom, na hora da feta, quando ela começa a cantar numa mansão em meio a ruas cheias de gente pobre, guerrilheiros invadem a casa, tomam todos como prisioneiros e só os trocarão pelo presidente que não foi à festa porque preferiu ficar assistindo novela em casa.

O que acontece é que aos poucos, com o tempo passando, os guerrilheiros vão se mostrando “humanos gente boa” e os gringos e os ricos vão entendendo que podem viver com eles, no pior dos piores filosofismos autoritários e colonizadores possível.

Resumindo, o filme é uma bosta e, como me disseram outro dia, a Julianne deve ter perdido alguma aposta para fazer essa porcaria.

NOTA: 🎬 1/2

Um pensamento sobre “267/365 BEL CANTO

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