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286/365 BETWEEN WORLDS

2018 é definitivamente o ano do Nicolas Cage.

O cara fez um dos melhores filmes do ano, tipo top 5, Mandy mas também fez umas porcarias. (eu juro que queria entender como o Cage escolhe os filmes que vai fazer)

Até que lançam esse Between Worlds, um dos filmes mais estranhos do ano, no sentido de ser um filme quase normal que de tão engraçado é quase uma comédia ou quase algo totalmente diferente, não sei nem explicar.

Tem o Cage de cueca e sem camisa boa parte do filme, o que não é necessariamente uma coisa bonita de se ver, mas achei interessante a diretora fazer esse tipo de approach ao astro.

O filme é cafona, infelizmente, porque a diretora Maria Pulera é uma cafona, apesar de ter conseguido o Cage pra esse filme, o que a torna fodona ao mesmo tempo. Se não fosse, o filme seria fodão demais, porque a ideia toda é muito bizarra.

Mas tem cena de luzinha na varanda, tem fantasma, apesar da cueca do Cage e do monte de droga.

No filme, Cage é um caminhoneiro que, em um banheiro de parada de estrada, salva uma mulher que estava sendo estrangulada por um grandão e bate um monte no cara.

Só que ela tenta impedir Cage, dizendo que tá tudo bem e ele não entende.

Ela explica que enquanto é estrangulada durante o sexo, ela é transportada para outra dimensão e consegue conversar com os mortos. Ou com os fantasmas. Ou sei lá com quem exatamente.

Cage fica doidão por ela, principalmente porque perdeu sua mulher e sua filha de 5 anos em um incêndio em casa.

Logo eles descobrem que a filha dela( Franka Potente, a Lola que correu um monte e que agora conquistou a América, que está quebrando tudo como uma russa mafiosa FDP na ótima série CLAWS) sofreu um acidente absurdo dirigindo uma moto, que está entra a vida e a morte no hospital.

Só que neste filme, estar entre a vida e a morte é um perigo, já que os fantasmas estão ali bem espertos para entrar em corpo dando mole.

Para ajudar a filha/moribunda/fantasma, ainda existem 2 amigos super maconheiros: um é o Garrett Clayton de King Cobra, que já foi Disney e o outro é o Hopper Jack Penn, filho da Robin Wright e do Sean Penn.

O filme é meia boca mas, de novo, é um bizarro quase comédia estranho que vale ser visto.

E nem precisa ser fã do Nicolas Cage pra tanto.

NOTA: 🎬🎬🎬

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