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311/365 MILLENNIUM: A GAROTA NA TEIA DE ARANHA

O que mais me deixou triste assistindo essa nova empreitada da saga da hacker cool as fuck Lisbeth Salander foi que o filme, bem meia boca, foi dirigido pelo ótimo uruguaio Fede Álvarez, dirertor de uns curtas de terror que já estreou em longa dirigindo o remake de Evil Dead e depois o ótimo Homem Nas Trevas.

Mas aqui, ele não se esmerou.

Ou melhor, este filme é o típico caso de como alguém super talentoso não consegue fazer o que quer em filmão de estudião.

O filme não é ruim, mas é só mais uma historinha como todas as outras da Lisbeth e seus medos e problemas familiares afetando no seu presente, de sua luta contra os homens que detonam suas mulheres/esposas/amantes e de como ela se envolve numa trama de espionagem e claro, leva junto seu pseudo companheiro, o jornalista Mikael Blomkvist.

Como a gente já conhece o universo da hacker dos filmes anteriores, a gente não precisa de muita  explicação nem nada, só queremos emoção pura.

E não tem muita nesse filme.

O roteiro é legalzinho, a direção é ok, a Lisbeth agora é vivida pela mediana Claire Foy (eu sei que você a ama de The Crown, mas acho ela super valorizada), que também não está mal, mas nada se compara a Rooney Mara.

Nem vale a pena contar o enredo do filme, só que é uma história que a hacker precisa pegar um programa de controle de armas nucleares online pertencente ao governo americano e que a única pessoa que pode saber a senha é uma criança filha do bla bla bla.

Se você está procurando por diversão, num thriller ok com um roteiro sem furos, pode ir nesse com fé.

NOTA: 🎬🎬1/2

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