356/365 BIRD BOX

Bird Box é uma das grandes porcarias do ano mas talvez seja o filme mais importante de todos os tempos porque, na minha opinião, o roteiro foi escrito por algoritmos e não por um ser humano.

Algum gênio do MIT deve ter criado um programa que compilou todos os filmes de terror e de final feliz dos últimos tempos e achou que seria legal fazer uma cópia ruim de Um Lugar Silencioso com um final Madre Tereza de Calcutá.

Daí venderam essa ideia troncha pra Netflix que conseguiu a Sandra Bullock e mais um monte de dinheiro pra essa porcaria.

Pra piorar, colocaram q tosca Sussane Bier, a dinamarquesa que fez uns filmes do Dogma e foi direto pra Hollywood só fazer porcaria. E como podemos ver, continua fazendo.

Pensa: o filme é um amontoado de clichês, dirigido por uma diretora bem meia boca.

Ao filme.

Bird Box conta a história de um fim do mundo, onde monstros (ou sei lá o quê porque a gente nunca vê) invadem a terra e faz com que as pessoas se suicidem de ódio (do roteiro) ou de felicidade ou do nada, porque, de novo, a gente não sabe e eles nem se dão ao trabalho de explicar rapidinho no final da Madre Tereza.

Esses “monstros” tomam conta das pessoas quando elas olham para, sei lá, a luz do sol, a luz natural da rua, porque alguns espertos se fecham em casas e cobrem as janelas e elas não são atacadas pela claridade.

Sandy Bullock é uma delas, uma artista chata e mal humorada, grávida, não se sabe de quem nem porque ela tão chata e mal humorada vai ter o filho.

Ela e mais uma galera ficam trancadas em uma casa e tentam sobreviver até que numa noite qualquer, ela e outra grávida que por acaso também está lá, entram em trabalho de parto e nascem uma menina e um menino.

Só que na mesma noite todo o reto do povo morre, sobrevivem a fofa, os 2 nenês e um bonitão que já está apaixonado por ela (vivido pelo maravilhoso Trevante Rhodes, de Moonlight, que deveria ganhar um prêmio só por aguentar tanto esse roteiro).

Bom, a história então é essa, o povo pode sair na rua com os olhos vendados e assim tentar arrumar comida ou sei lá, dar um rolezinho.

E a única ideia boa de Um Lugar Silencioso foi roubada na caruda e só.

O filme não tem mais nada de interessante, juro.

Nada se explica, nada se justifica, nada nada.

E isso seria foda se ao final a gente pelo menos visse o monstro ou a terra se transformasse num delírio psicodélico.

Não, pera, esse é o Aniquilação, que sorte nossa o algoritmo não chegou lá.

Ah, pra deixar claro, eu estava ironizando o roteiro criado por algoritmo e sua importância no cinema.

O filme foi escrito por alguém bem tosco baseado num livro, ainda por cima. Então se bobear, o Lugar Silencioso foi roubado desse.

O que interessa é que o filme é ruim, a Sandra só erra, não tem jeito e pior que tudo, ela fez tanto filme na Warner que eles juntos já arrecadaram mais de 1 bilhão de dólares.

1 bilhão.

You go, girl.

E pra não dizer que tudo é uma porcaria, eu adorei a direção de arte e a fotografia do filme. A nota vai pra eles.

NOTA: 🎬🎬

Um pensamento sobre “356/365 BIRD BOX

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