Depois de assistir e ontem postar sobre um dos documentários que mais me chocou na vida, achei que se visse um filme sobre uma super mulher da vida real fosse me deixar melhor.
RBG é um documentário muito bem feito sobre a juíza americana Ruth Bader Ginsburg, a mulher que mudou como a condição de gênero é vista pela justiça americana.
Uma mulher que desde os anos 1960’s vem quebrando barreiras primeiro como aluna exemplar, depois como professora e advogada e no início dos anos 1970’s como a voz e as palavras que mudaram como os velhos juízes americanos enxergavam o gênero, não só como as mulheres eram aceitas em suas posições inferiores, mas também como homens sofriam preconceitos jurídicos.
Ela sempre deixou claro que se tem gente por quem lutar, ela luta.
Ela é uma das vozes fortes contra Trump, antes dele ser eleito, até que começou a ser criticada por ser uma funcionária do governo americano criticando um candidato a esse governo.
Ela é a juíza que virou postar, com camisetas, canecas e memes em sua homenagem, inclusive como The Notorius RBG, uma piada com o rapper americano, com quem ela mesma diz que tem mais afinidades do que podemos imaginar.
Tudo isso deveria me deixar melhor e me deixou, mas não consigo pensar que o filme de ontem é mais poderoso que esse, que um filme sobre um dos piores americanos de todos me deixou mais “emocionado” que esta ode a uma super mulher.
Só pra deixar claro, o emocionado entre aspas é porque eu ainda estou chocado e enojado com a história do pedófilo.
Mas que venham mais filmes sobre esses heróis da vida real já que a cada dia que passa precisamos cada vez mais deles.
NOTA: 🎬🎬🎬🎬


Um pensamento sobre “36/2019 RBG”