Ao darem o Oscar de melhor filme a Green Book, O Guia, um filme bonitinho mas totalmente meia boca, a academia de cinema americana meio que valida um filme como O Homem Que Matou Hitler E Então o Pé Grande como um concorrente a melhor drama e com certeza dá oportunidade ao canastrão mór Sam Elliot a ser elegível a prêmios.
Neste filme ele é o tal herói que mata o líder nazista num plano tão idiota e mal pensado que eu quase parei de assistir o filme ali.
Mas eu estava em um daqueles dias inspirados e sem sono e continuei vendo a saga do herói anônimo, que deixa o coletivo levar a glória do final da II Guerra Mundial.
50 anos depois, vivendo no oblívio, o ex bonitão e agora bigodudo (óbvio, você acha que o cara ia mudar de cara pra fazer uma porcaria dessas?), de voz taciturna, olhar de Lauren Bacall, é chamado pelo exército americano para matar o Pé Grande, um monstro perdido que está espalhando um vírus mortal, porque ele é um monstro, que pode acabar com a humanidade.
Sim, esse é o enredo do filme, contado em um dos piores roteiros possíveis.
Só não pior que a direção desse filme, que tenta, tenta e não morre nem na praia, morre antes de descer a serra.
A cena dele com Hitler era ruim, mas as cenas dele no meio do mato com o Pé Grande são de cair o cy da bynda de ruins.
Pra que um filme desses? Alguém me explica?
Eu ria muito no filme porque imaginei que diretor e produtores talvez quisessem fazer um novo Logan, um filme do herói no ocaso da vida, atormentado e sofrido, indo à sua última missão.
Piada.
NOTA: 1/2🎬

