116/2019 MALIGNO

Para o bem ou para o mal, Maligno é o único filme nos últimos 2 anos, talvez, que tenha me assustado de verdade.

O filme conta a história de um moleque que nasce exatamente no momento que um serial killer é morto pela polícia.

Daí já viu, o espírito de porco acha um corpinho dando sopa e pimba.

Com o passar do tempo, os pais do menino vão percebendo o quanto ele é inteligente, que ele é um prodígio (o título original do filme, mais legal que esse óbvio Maligno).

O que eles não sabem é que dentro de seu filhinho fofo com olhos de 2 cores, mora um monstro, um cara que mata mulheres e corta fora suas mãos como troféu.

Quanto mais velho o menino vai ficando, mais aterrorizante ele se mostra. E ninguém desconfia de nada porque o moleque é bom, sabe como fazer escondido.

Uma psicóloga que cuida do menino arranja uma consulta com um hipnotizador que sabe muito sobre reencarnação e possessão e entende as vidas passadas em suas sessões.

Lá ele consegue conversar com o espírito do serial killer que o ameaça, se ele contar o que descobriu.

O que a gente descobre finalmente é que nesses casos de reencarnação do mal, o espírito vem com um propósito.

O problema é a mãe da criança, que não quer enxergar o que está a um palmo de seu nariz.

Mesmo com o pai se fudendo por causa do filho.

O grande problema do filme, além dos pais idiotas do menino, é o roteiro genérico que nada acrescenta, muito pelo contrário.

Assistir um filme de terror é sempre uma delícia por vários motivos, como levar susto, ver situações absolutamente inesperadas mas principalmente assistir ousadias de roteiro e direção.

Maligno não tem ousadia nenhuma, você sabe exatamente como vai terminar o filme.

E pior, o diretor é tão meia boca que ele conta “a piada” com imagens. Ou nesse caso, conta os próximos sustos com closes.

Mesmo assim, eu dei uma arrepiadinha em uns 2 ou 3 momentos do filme, o que garante a nota média do filme.

NOTA: 🎬🎬1/2

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