A primeira vez que eu ouvi Jóhann Jóhannsson foi em A Teoria de Tudo.
Gostei do filme, mas a trilha me deixou de 4.
Fui saber mais do compositor islandês e descobri o cara mais melancólico de todos e achei que tinha encontrado finalmente quem me representava musicalmente (desculpa aí, Thom Yorke).
Depois disso ele virou colaborados assíduo de Dennis Villeneuve, musicando seus filmes Sicário e A Chegada, que são pontos altos.
Em 2018 ele foi encontrado morto em seu apartamento em Berlim e até hoje não foi divulgada a causa da morte.
À época ele vinha trabalhando no maravilhoso Mandy, para nosso prazer eterno, porque o filme com outra trilha não sei não.
Seu amigo Blair Alexander acaba de lançar um curta metragem em homenagem ao compositor com depoimentos de seus pais e seus mais próximos colaboradores e amigos.
Publico aqui como também minha homenagem e gratidão eterna ao melhor de todos, Jóhann Jóhannsson.

