Olha que demais a chamada de Zoo Head: drama de ficção científica onde um junkie tem que reviver um mesmo dia para tentar curar seu vício.
Amo um filme de reviver o dia por algum motivo. E pode ser drama, comédia, o que for.
Menos um filme ruim como esse. Ruim não, pior, porcaria.
Quando pesquiso filmes para assistir, vou atrás principalmente de ficção científica, drama. E procuro o mínimo de referências.
Zoo Head estaria na minha mira, mas mesmo sem achar referências me arrisquei.
Ultimamente esses indies sem referências acabam entrando em uma categoria que tenho chamado de super indies que são os filmes feitos tão na brodagem, com muito pouco dinheiro, que o diretor acaba arriscando muito, já que não tem pra quem dar satisfação.
No caso de Zoo Head, o cara arriscou tudo o que podia e um pouco mais.
O problema é que ele não tinha nenhum amigo ali por perto pra dizer: menos, jovem, bem menos.
O filme é mal dirigido, porcamente fotografado, com um elenco que não convence ninguém e o pior, com um roteiro que não cumpre nem de longe o que promete.
O pior de tudo é que a droga que o povo é viciado nesse filme acaba com suas memórias. E a reabilitação, menos do que curá-los do vício é fazer com que tenham suas memórias de volta.
Eu tô num projeto sobre rever memórias, recuperá-las, longe mas muito longe dessa ideia idiota deste filme, mas que por isso mesmo me deixou bem reflexivo.
NOTA: 🎬


O despertar é repetida várias vezes, notei que são iguais, não na textura quanto mais próximo do fim tudo parece diferente, loop não mostra o inicio se deu por uma ideia, um while ou for tem uma papel quando comprido finaliza o loop.