A história de Elisa e Marcela é uma das mais icônicas do mundo LGBTQ.
Em 1885 na Espanha, vivendo no interior ultra conservador, as 2 se apaixonam e tentam viver esse amor, só que são separadas forçadamente até que se juntam depois alguns anos e vivem juntas seu amor.
Logo os vizinhos desconfiam de seu romance, são perseguidas e fugindo de novo, Elisa se passa por homem e se casa com Marcela.
Apesar do amor das 2, obviamente nada é simples ou fácil, ainda mais naqueles tempos.
História lindaça, filme ruim.
A diretora Isabel Coixet trata o drama como um romance lindo e fofo, o que deixa o filme com 2 horas e a primeira hora poderia ter sido reduzida a metade, senão menos ainda.
Elisa e Marcela parece um filme de escola, para crianças, de tão didático que é.
E todo esse didatismo deixa essa história de amor linda em uma história sem vontade, sem paixão, sem amor.
A fotografia e a direção de arte primorosas não compensam o roteiro ruim, a direção mais que bizarra e o elenco de apoio tão tosco que parece que o povo estava passando na porta das locações e pegaram o povo pra contracenar.
Fiquei tão irritado com o filme que no final eu já estava torcendo pra elas se separarem de vez pra acabar com a palhaçada que Isabel nos jogou no colo.
NOTA: 🎬🎬

