Vou contar a história de como supostamente Into The Mirror foi feito.
O diretor Lois Stevenson estava escrevendo o roteiro do filme até que alguém, provavelmente seu produtor executivo, ficou sabendo de um edital que terminaria em uns 2 ou 3 dias.
O diretor tinha umas 30 páginas escritas e precisava de pelo menos outras 40 ou 50.
Daí ele passou os próximos dias enchendo linguiça para entregar as 80 páginas finais.
Claro que na pressão ele teve um bloqueio criativo e começou a escrever páginas e mais páginas de devaneios do personagem principal, sonhos, delírios, lembranças da mãe morta, viagens com o pai que nunca o entendeu, idas e vindas à um club gay e sua relação com a principal drag queen do lugar que é péssima aliás, enquanto a história de um gay tentando se entender e se aceitar vai ficando de lado.
Esse é Into The Mirror, um filme que prometia muito e que acaba se perdendo na falta de roteiro, na quantidade de cenas sem sentido e também na fotografia do filme, onde a modinha de ter luz vermelha numa parede de uma sala azul e luz verde nos personagens já cansou, né?
Depois de tudo que escrevi, lembrou de Moonlight?
Com certeza foi a ideia do diretor, recriar em Londres o grande filme.
Mas errou feio!
NOTA: 🎬🎬


Concordo com você, o filme deixa a deseja no quesito do roteiro,mas,gosto dessa incerteza psicológica,das memórias, e das luzes do porão …