Assisti Fisherman’s Friends sem saber do que se tratava porque quando comecei a ler a sinopse estava lá que o filme se passava na Cornuália, uma dos meus lugares preferidos da Inglaterra. Nem li mais nada e me joguei.
O filme, um dos mais good vibes que vi ultimamente, conta a história de um grupo de pescadores de uma vila pequena que sempre se juntam para cantar.
Tipo uma boy band da melhor idade, onde eles cantam canções tradicionais e folclóricas da região.
Certa vez uns produtores musicais de Londres acabam passando pela vila a caminho de um casamento quando o chefe deles, bem babaca, manda um de seus assessores ficar por lá até que ele consiga um contrato com o grupo.
Ele chega chegando, falando de onde é, onde trabalha, achando que os caras vão babar e assinar o tal contrato.
Só que além de bons pescadores e bons cantores, eles não se deixaram levar pelo papo do cara, que tem a responsabilidade de ficar lá até que os convença.
Assim, o perdido vai durante alguns dias tentando ficar o mais íntimo possível da comunidade e entender o que se passa por lá para que eles sejam tão próximos e também porque eles são tão avessos e desconfiados de quem vem de fora.
O filme é fofo demais, filmado num lugarzinho lindo, com um belo elenco capitaneado (ops, entendeu, pescador, capitão) pelo ótimo James Purefoy.
O mais legal de tudo é que é apesar de todos os clichês possíveis, o filme é baseado em uma história real que, já que disse que o filme é good vibes, tem o final super good vibes também.
Fisherman’s Friends está longe de ser um grande filme. Ele tem alguns graves problemas de roteiro, é meio arrastado mas é tão bonitinho que dá vontade de assistir de novo logo.
NOTA: 🎬🎬1/2

