212/2019 MISSÃO NO MAR VERMELHO

Assisti Missão No Mar Vermelho porque li uma resenha dizendo que Chris Evans era o novo Harrison Ford, o novo salvador do mundo.

A resenha no final era uma bosta e o filme quase também é.

Baseado em histórias reais, Chris Capitão América Evans neste filme vira o Chris Capitão Israel Evans, já que seu personagem consegue salvar milhares, sim, milhares de judeus negros etíopes que estavam prestes a serem mortos pelo horror que reinava no país africano.

Seu personagem era um cara que trabalhava às escondidas para o governo de Israel, um espião, que em uma missão na Etiópia fica sabendo do quanto esses judeus estão sofrendo nas mãos de governos “ruins”, os muçulmanos, que surpresa, no início dos anos 80.

Assim ele tem a brilhante ideia de alugar um hotel à beira do Mar Vermelho com uns “amigos” também espiões, ajudar a esconder os judeus refugiados e da praia em frente ao seu hotel para mergulhadores, envia aqueles para navio Israelense ancorado ali por perto que afinal os levam até Israel, do outro lado do lago.

O pior é que isso aconteceu de verdade, funcionou mesmo, o cara e seu time conseguiu salvar mais de 4000 refugiados com esse plano absurdo que nem o governo de Israel em princípio acreditou que funcionaria.

O filme é o típico ruim de bando de espiões que se juntam por um bem comum, tipo um Missão Impossível com uma história boa mas um roteiro bem ruim, absurdamente maniqueísta e tão idiota que parece por vezes um esquete de humor que do meio da areia da praia vai aparecer o Sergio Mallandro falando que é pegadinha.

A única coisa que salva o filme é o elenco que tem Ben Kingsley e um dos meus atores preferidos se sempre Alessandro Nivola e um dos meus preferidos novos, o fodão da série também da Netflix A Maldição de Hill House , Michiel Huisman.

Disse também da Netflix porque Missão no Mar Vermelho também é da Netflix, escrito e dirigido pelo israelense Gideon Raff, autor de Prisoners of War, a série original de onde saiu Homeland.

NOTA: 🎬🎬

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