Não tem jeito: eu AMO a Diane Kruger e adoro qualquer filme que ela faça.
The Operative vem sendo detonado pela crítica, mas eu acho que apesar de todos os pesares, Diane salva bem o filme.
Ela é uma mulher com um passado bem interessante e por isso é recrutada pelo Mossad (o serviço secreto (do mal) de Israel) para uma missão em Teerã.
O roteiro foca bastante no relacionamento entre ela e o agente que a recruta (Martin Freeman, apagadinho, tadinho) e o filme começa com um pós-missão, onde ele deixou o Mossad e é chamado de volta porque ela, que sumiu, entra em contato com ele.
A profundidade da história que esse início de filme promete não é cumprida pelo roteiro que é bem fraco para um filme de espionagem.
Se tivessem focado o filme somente na historinha dela sendo recrutada, treinada e ter ido “trabalhar” em Teerã, o filme seria mais bem sucedido do que é.
Tentaram inventar uma forma nova de contar esse historinha normal e acabaram se perdendo em um monte de vai e vem que não ajuda em nada.
Mas daí tem a Diane.
Que atriz!
Desde que aparece no filme como a mulher que nada sabe sobre espionagem até o momento que ela se mostra uma ótima aprendiz, que consegue resolver um monte sozinha mesmo estando em uma missão praticamente suicida, ela mostra o espectro de uma atriz muito segura, madura profissionalmente que cada vez mais cumpre tudo o que seus filmes prometem.
Depois de fazer a mulher que procura vingar a morte do marido e filho em um dos grandes filmes de 2018, Diane tira leite de um roteiro quase estúpido, com tanto buraco que nem um dos personagens do filme entende o que acontece com sua personagem.
The Operative me mostrou que Diane Kruger paira acima de tudo. E que continue assim por todo o sempre. Amém.
P.S.: a nota é só por causa da Diane, meu amor!
NOTA: 🎬🎬🎬

