Toda hora que eu entro na Netflix, desde a semana passada, eu me deparo com o poster desta comédia espanhola, A Pequena Suíça.
Arrisquei e olha, hoje, sábado a noite, em casa sem nada melhor pra fazer o filme funciona.
O roteiro é daqueles absurdos de comédia de erros que não causa risadas de doer o estômago mas deixa com um sorrisinho leve no canto da boca o tempo inteiro.
Mas o que me fez assistir mesmo o filme foi que ele se passa no País Basco, pra mim a melhor região da Espanha, daqueles lugares que eu tenho vontade de morar em algum momento.
No filme, Telleria, um povoado que espera ser anexado pela região mágica espanhola, o País Basco apesar de não falar basco e falar espanhol, de repente vê sua sorte mudar quando descobrem por acaso uma catacumba na igreja da cidade. E lá embaixo, escondida de todos está a tumba do filme de Guilherme Tell, o famoso herói suíço do tiro de flecha na maçã na cabeça, sabe?
Por isso, o povo de lá descobre que aquele povoado, na verdade, já fez parte da Suíça em algum momento da história: Telleria , cidade de Tell.
E eles clamam com o país do chocolate, que voltem a ser.
Se o roteiro do filme focasse nessa história bizarra e engraçada/bizarra, A Pequena Suíça seria provavelmente um filme bem engraçado.
O problema é que o filme tem tanta sub trama, tanta historinha que não leva a nada, que não acrescenta em nada à trama.
Essas historinhas paralelas não acrescentam muito, mas também não estragam totalmente o filme.
Como disse, o filme espanhol não vai mudar sua vida, nem pro bem nem pro mal.
O que já tá bom uma vez ou outra.
NOTA: 🎬🎬1/2

