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243/2019 AMOR ENTRE OS JUNCOS

Finalmente assisti Amor Entre Os Juncos, o Brokeback Mountain finlandês.

É engraçado de vez em quando aparecerem variações do filme dos caubóis gays pelo mundo, como o inglês God’s Own Country e agora esse finlandês.

E o mais engraçado é que esses filmes são bons, não são cópias porcarias.

A ligação que ambos tem com o primeiro é serem histórias de amor gays que acontecem quando 2 homens são “largados” no meio do nada, sozinhos.

O amor aparece e acaba sendo infinito enquanto dura, né Vinicius.

A primeira dica do que vai acontecer em Amor Entre Os Juncos é quando o finlandês e o imigrante sírio vão nadar em um lago, entre os juncos, coisa que o sírio nunca tinha visto na vida.

Eles 2 primeiros se encontram quando Leevi, um jovem que estuda em Paris e volta para a casa do pai na Finlândia durante as férias para ajudar na reforma da casa de campo da família.

Desde o começo ficamos sabendo o quanto o relacionamento do pai com o filho é estremecido pela sexualidade de Leevi.

Tareq é um refugiado sírio que vai ajudar o pai na reforma da casa por causa de um programa de inclusão.

O pai, obviamente como vemos na hora, é extremamente preconceituoso mas dos males o menor, já que o filho não vai servir pra nada, melhor que tenha um outro ajudante, mesmo que seja imigrante e mesmo ainda que não fale finlandês, só um inglês meia boca.

Nem Tareq ser arquiteto impressiona o pai que logo deixa seu filho com Tareq por um dias porque não aguenta ficar nem com um nem com outro.

O filme é bem lindinho, bem fofo, as 2 personagens são ótimas, eles falam muito, conversam bastante, trocam ideias e diferente de BM, o sexo neste filme acaba não sendo tão importante assim, até porque eles dois já são gays em 2017, ano do filme.

O que fez meu coração dar uma “falhada” das boas é que eles descobrem o amor mútuo por Rimbaud.

Não precisa de mais nada, né?

NOTA: 🎬🎬🎬🎬

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