159/2020 THE LAST DAYS OF AMERICAN CRIME

O mais recente lançamento de quem, de quem, da Netflix, é tão porcaria que se não fosse pelo meu super preferido Édgar Ramírez, o filme deveria ser proibido por atentado ao bom senso cinematográfico e de entretenimento que nem existe.

O filme começa com uma premissa bem boa: 3 bandidos, 1 casal bizarro e um doido por vingança, resolvem roubar 1 bilhão de dólares, o assalto do século, antes que o governo dos EUA lance um “sinal digital” que vai terminar com os crimes para sempre no país.

Bricke (Ramírez) é o bandidão querendo vingar a morte do irmão que se junta ao estereótipo do ricaço bandido doido (Michael Pitt, olha lá, vivo e filmando) e sua namorada gênia da tecnologia (Anna Brewster num papel horroroso, tadinha, inclusive fazendo a pior cena de sexo no banheiro sujo de 2020).

Eles tem a brilhante ideia de roubar essa dinheirama toda e levar para fora dos EUA antes que o sinal anti crime seja ativado e pior ainda, antes que todo dinheiro ganho desonestamente perca sua validade.

A ideia é linda mas já no começo do filme, quando um deles pergunta como vão realizar o plano, um outro dá a resposta mais vaga e besta da história.

Deveria ter desligado o filme ali, mas não, sou teimoso e queria ver se o Édgar apareceria pelo menos sem camisa. Ops. Desculpe. Queria ver se o filme teria algum “plot twist” interessante.

Besta eu.

Mas ver essa porcaria serviu pra umas coisas.

Eu ver que Michael Pitt virou o Mickey Rourke da sua geração, o canastrão que fazendo bandidão doido de cocaína ou fazendo o Kurt Cobain doido de heroína, dá na mesma. Versatilidade zero. Surpresa mais zero ainda.

Outra conclusão que tiro do filme é que Olivier Megaton, o diretor francês responsável por essa trolha (e tantas outras tipo os filmes 2 e 3 da “franquia” lixo Busca Implacável) é um cara que arrisca e dane-se. Ele deve ter comprado os direitos da graphic novel, escreveu um roteiro baseado nela e totalmente pretensioso e conseguiu tipo uns 20% do orçamento original pra fazer um filme com tanta história, tanta perseguição de carro, tanta explosão e tanta arma e gente morrendo

Mas o cara teve dúvida? Nenhuma. Foi lá e fez.

Ele deve seguir o “mesmo sabendo que seria impossível, foi lá e… se fudeu.”

Tristeza de filme.

Questão rápida pra terminar: quem é o ator mais interessante (pra não dizer gato) da atualidade e por que é o Édgar Ramírez?

NOTA: 🎬🎬

2 pensamentos sobre “159/2020 THE LAST DAYS OF AMERICAN CRIME

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