130/2021 AGNES JOY

Agnes Joy é o drama que a Islândia indicou para uma vaga ao Oscar Internacional em 2021.

E é um dos filmes mais fracos de todos os indicados que já assisti.

E olha que já foram quase 70.

Agnes é uma adolescente que mora com os pais e, claro, como não poderia ser diferente, é bem “revoltadinha”.

Pra começar ela não quer viajar nas férias com os pais, prefere arrumar um emprego e ficar longe deles.

Dorme nas aulas na escola.

Estuda pole dance mas diz que faz crossfit.

Rouba bebida da avó e acha que ninguém percebe.

Mas a grande treta de Agnes é aguentar seus pais que não se dão bem e só não se divorciam por preguiça, segundo a própria.

Quando um ator de televisão bonitão se muda para a casa ao lado deles as coisas mudam bem.

Não só Agnes se anima mas a mãe dela se joga facilmente.

O que poderia ser uma versão gelada e modernosa do Teorema do Pasolini acaba sendo um capítulo razoável de uma novela das 9.

Agnes Joy é bem fotografado, com uma direção competente mas com um roteiro raso demais.

Os conflitos do filme são bestas, as personagens não são empáticas, todo mundo passivo demais.

Se esse for o real da vida na Islândia, tô fora.

Preguiça resume.

NOTA: 🎬🎬

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