164/2021 O GOLPE DA BOY BAND: A HISTÓRIA DE LOU PEARLMAN

O golpe da Boy Band: A História de Lou Pearlman é um filme bem punkzinho que a Claire me indicou pra assistir e eu coloco no final da resenha pra ser visto inteiro.

O documentário é meio que um filme de utilidade pública, que é o que mais precisamos nos dias de hoje, avisos sobre coisas ruins e erradas para que não as experimentemos.

Eu aqui no blog tenho o #alertaporcaria que é uma hashtag de utilidade pública, sobre filmes que só fazem mal para quem os assiste, no mínimo perdendo o tempo da obra quando poderíamos estar, sei lá, dormindo até.

Sempre que penso em golpes eu penso que eles são tão antigos quanto a história da humanidade.

Mudam os tempos, o povo evolui e os golpistas truqueiros continuam, só se aperfeiçoando.

Também digo que se esses pseudo gênios do crime usassem sua genialidade para o bem, o mundo seria bem diferente.

O Lou Pearlman do título foi o “dono” de várias boy bands, entre as quais duas das maiores de todos os tempos, The Backstreet Boys e N’Sync.

Esse cara era considerado gênio da música por ter criado essas histórias do nada, com moleques talentosos mas com sua mão também talentosa que conseguia colocar juntos 6 cantores e transformá-los em ídolos adolescentes.

E em máquinas de ganhar dinheiro, claro.

O que esses artistas não sabiam, nem suas famílias que cuidavam deles, era que Pearlman tinha um esquema bizarro de ganhar dinheiro e outro esquema mais bizarro ainda de não gastar nada do que ele ganhava, mas sim gastar dinheiro de seus empresariados.

Por exemplo.

Sabe quando a gente vê que artista voa de jatinho comendo caviar e tomando Don Perignon raro com 20 amigos a tira colo?

Tudo isso tem um gasto não cai do céu.

Pearlman dizia que era presente para os meninos mas descontava todo o gasto de seus cachês.

E daí pra baixo.

O documentário é produzido pelo ex N’Sync Lance Bass que dá muita entrevista durante o filme e conta exatamente como ele e sua família ficaram chocado ao saber o quanto Pearlman roubava não só deles, mas de todos os outros membros da banda.

O mais doido é o óbvio: os golpes do empresário eram tão na cara de pau que ninguém acreditava que fossem golpes na verdade.

Além de tudo ser tão bem orquestrado, a tal da genialidade de Pearlman fazia com que tudo parecesse absolutamente legal e o pior, lucrativo para todo mundo.

O filme é impressionante, de cair o queixo.

E nessa época de tanta mini série sobre golpes e bandidos e esquemas só que sempre com 6, 7 episódios de 1 hora, assistir um filme sucinto, direto e reto, é um alento.

NOTA: 🎬🎬🎬1/2

Resenha em 30 segundos ou menos:

Filme:

Deixe uma Resposta

Please log in using one of these methods to post your comment:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s