237/2023 MOTHER, MAY I?

A premissa do horror Mother, May I? talvez seja a pior de todas para um casal.

Mas o que seria perfeito, de novo, para um horror, acabou me deixando com vontade de que o pior fosse a premissa e não o filme.

Imagina um casal jovem, o cara interessante, a mulher linda, eles vão morar na casa da mãe dele, que ele herdou.

Acontece que aos poucos a namorada vai se comportando mais e mais como a mãe dele.

Em trejeitos, gostos, o jeito de andar, de fumar o cigarro, até nadando, coisa que ela, a namorada, não sabe e tem pavor.

A pegadinha é que ele não percebe isso logo de cara e (blergh) dá uns beijos na suposta mãe.

Nojinho.

O que é bom porque daí pro horror é um passo.

Mas ao invés disso o filme do diretor Laurence Vannicelli vai pro lado da psicoterapia ao invés da desgraceira mental explícita que poderia ter sido.

Resumindo, um tiro n’água.

NOTA: 🎬🎬

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