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259/2023 O CONDE

Nunca achei que esse dia ia chegar: eu não gostei de um filme do meu preferido Pablo Larraín.

Mas veja bem, O Conde, o filme de vampiro do chileno que estreiou no Festival de Veneza e já está na Netflix não é um lixo, só não é bom.

É um filme que tem uma ideia genial e meio que dali acaba.

O gênio: Pinochet, o pior ditador do Chile é na verdade um vampiro. Do mal. Um dos piores de todos.

O filme começa contando a história do vampiro francês Pinoche que fugiu da Europa onde o sangue tem gosto de realeza e veio pra América Latina onde o sangue tem gosto de terra, de pobre.

Aqui ele virou Pinochet, cresceu no exército e foi um dos maiores desgraçados da história mundial.

Mas como que o vampiro morreu?

Ele não morreu, na verdade. Fingiu a própria morte e vive até hoje “comendo” sangue principalmente de virgens e de ricos.

E não conto mais porque o pouco de legal do filme está no roteiro e nas ideias sobre o vampirão.

O filme é muito bem fotografado pelo indiezão americano incrível Edward Lachman, tem uma direção de arte incrível, decadente e decrépita mas na minha modesta opiniãozinha faltou cinema e sobrou crítica.

MAs uma dica: aguente as quase 2 horas de filme que o final tem uma surpresa maravilhosa, o que poderia ter “salvado” O Conde se tivesse acontecido antes.

E mais não falo.

NOTA: 🎬🎬🎬1/2

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