189/2024 FIREBRAND

Firebrand é o típico filme de diretor brasileiro que faz sucesso em festivais internacionais, é contratado por agente gringo e faz a estreia em Hollywood com filme ruim.

A lista desses diretores não é tão longa mas é bem auto explicativa, porque a maioria dos diretores brasileiros que foram apresentados a filmes ruins foram cautelosos o suficiente e negaram esses jobs.

Eles deveriam fazer como os diretores argentinos e focarem em dirigir episódios de séries famosas por lá e continuarem fazendo filmões em seus países, mas essa é só minha opinião.

E que não é a mesma do nosso grande Karim Ainouz que caiu na cilada desse Firebrand, o filme mais genérico de rei e rainha da Inglaterra possível.

O filme conta a história de Katherine Parr, a sexta esposa do rei Henry VIII, mesmo sabendo que as 5 predecessoras forma mortas das formas mais absurdas.

E com medo de perder a cabeça, Katherine (uma preguiçosa Alicia Vikander), que é ligada a revolucionária Anne Askew, tenta fingir o suficiente para que seu marido tirano (um irreconhecível Jude Law, até porque ele também está sem graça de tudo).

Nada no filme empolga, a direção é daquelas que cumpre o que os produtores e donos do filme esperam e nada mais.

O cachê deve ser bom, o filme deve servir como cartão de visitas para mostrar em Hollywood que o Karim sabe fazer filme grande e não só as pérolas indies brasileiras e principalmente mostrar que se derem um roteiro bom e liberdade que ele tem em seus filmes menores, Karim pode ser um dos grandes do cinema dos EUA.

NOTA: 🎬🎬

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